Ana Margarida dos Santos
27 anos
Leixões
Médio
Número 10
Pé preferencial: Direito
Terapeuta da fala
A jogar futebol desde 2009
Três palavras/adjetivos que definem o teu estilo de jogo:
Inteligência, alegria, criativa.
Ritual ou superstição antes dos jogos:
Entrar com o pé direito, benzer-me e beijar a tatuagem da minha mãe e do meu avô.
O que acalma os nervos:
Música.
Jogar com cabelo solto ou apanhado:
Apanhado.
Como foi o golo mais bonito, marcado ou presenciado?
Grijó vs Famalicão para a Taça de Portugal. Golo de livre, fiz o 1-0 contra a equipa da primeira divisão de livre.
O maior desafio enquanto jogadora:
Conciliar trabalho e futebol.
A maior alegria de ser jogadora:
Festejar o sucesso com as minha colegas.
Marcar um golo no último minuto ou evitar um golo certo?
Marcar um golo no último minuto.
Treinar à chuva ou com 35 graus?
À chuva.
A colega de equipa mais divertida:
Luana Monteiro.
Os balneários deviam ter…
Melhores condições.
Situação engraçada num jogo ou treino:
Canto estudado, mas duas atletas foram literalmente uma contra a outra.
Um estádio em qualquer parte do Mundo para jogar:
Estádio do Barcelona.
Que celebridade (que não do futebol) para ver um jogo teu:
Pedro Sampaio.
Como festejas uma vitória?
Com as minhas colegas.
Se o estilo de jogo fosse uma típica comida portuguesa, qual seria?
Patel de nata, delicada, mas com impacto — quando menos esperam, brilhas e deixas marca.
Se não fosses jogadora, o que gostarias de ser?
Treinadora de futebol.
Referência/inspiração no futebol:
Messi.
Referência/inspiração na vida:
A minha mãe.
Cor:
Azul.
Prato/comida:
Francesinha.
Animal de estimação:
Ozzy, Daisy, Ruca, cães. Niki, gata.
Hobbies:
Paddle.
Um refúgio:
A praia.
Ana, Leixões: “Entro com o pé direito, benzo-me e beijo a tatuagem da minha mãe e do meu avô”
Ana Santos joga no meio-campo do Leixões. Inteligência, alegria e criatividade são palavras que definem o seu estilo de jogo. Prefere marcar um golo no último minuto do que evitar um golo certo, prefere treinar à chuva do que com 35 graus. O maior desafio, confessa, é conciliar o trabalho com o futebol. Ana é terapeuta da fala.



