Matilde Borges, Leixões: “Os balneários deviam ter uma coluna de música permanente”

Matilde Borges é defesa da equipa do Leixões, na 2.ª Divisão. Ter a bola no pé é o que lhe acalma os nervos. Encara as derrotas como uma aprendizagem e festeja as vitórias com muita alegria. Samuel Teles é a sua inspiração no futebol. Tem 19 anos e está na universidade a estudar Turismo.

Redação
Matilde Borges, Leixões
Foto: Igor Martins/Magriça

Matilde Borges
Leixões 
19 anos 
Defesa central
Número 24 
Pé preferencial: Direito
Estudante do curso de Turismo
A jogar futebol desde 2021 


Três palavras/adjetivos que definem o teu estilo de jogo:
Qualidade, agressividade, ter bola.

Ritual ou superstição antes dos jogos:
Nenhum.

O que acalma os nervos:
Ter a bola no pé. 

O jogo mais marcante da carreira:
Final IberCup 2024.

Jogar com cabelo solto ou apanhado:
Apanhado.

O maior desafio enquanto jogadora:
Alcançar a seleção nacional. 

A maior alegria de ser jogadora:
A união entre a equipa. 

Marcar um golo no último minuto ou evitar um golo certo?
Evitar um golo certo.

Treinar à chuva ou com 35 graus?
Treinar à chuva.

A colega de equipa mais divertida? 
Bárbara.

Os balneários deviam ter…
Uma coluna de música permanente.

Situação engraçada num jogo ou treino:
O míster cair sozinho no treino.

Um estádio em qualquer parte do Mundo para jogar:
Camp Nou.

Que celebridade (que não do futebol) para ver um jogo teu:
Ronaldo.

Como reages a uma derrota?
Como uma aprendizagem.

Como festejas uma vitória?
Com muita alegria.

Se o estilo de jogo fosse uma típica comida portuguesa, qual seria?
Francesinha porque contém de tudo um pouco, agressividade, etc.

Se não fosses jogadora, o que gostarias de ser?
Árbitra.

Referência/inspiração no futebol:
Samuel Teles.

Referência/inspiração na vida:
Não tenho.

Cor:
Verde.

Prato/comida:
Bacalhau à Brás.

Animal de estimação:
Cão Floquito.

Hobbies:
Arbitragem, estar com amigos.

Um refúgio:
Praia.