Mia Foster: “Se não fosse jogadora, gostaria de ser salva-vidas” 

Mia Foster, natural dos Estados Unidos, joga no meio-campo da equipa do Vitória, na Liga BPI. Garante que o seu jogo é forte, rápido e feroz. Azul é a sua cor preferida, tacos o prato que mais gosta. Faz surf nos tempos livres e a música tem o dom de sossegar a cabeça e o corpo.

Redação
Mia Foster, Vitória
Foto: Igor Martins/Magriça

Mia Foster
Vitória SC
23 anos
Médio
Número 7 
Pé preferencial: Direito
A jogar futebol desde 2008


Três palavras/adjetivos que definem o teu estilo de jogo:
Forte, rápido e feroz. 

Ritual ou superstição antes dos jogos:
Jogar com cabelo trançado.

O que acalma os nervos:
Música. 

O jogo mais marcante da carreira:
Em 2024, na Universidade do Havai, vencer a Universidade Estadual da Califórnia em Fullerton.

Jogar com cabelo solto ou apanhado:
Apanhado.

Como foi o golo mais bonito, marcado ou presenciado?
Em 2024, o golo pela Universidade do Havai. 

O maior desafio enquanto jogadora:
O equilíbrio entre trabalhar connosco próprias e com as colegas de equipa. 

A maior alegria de ser jogadora:
Poder jogar o jogo que amo.

Marcar um golo no último minuto ou evitar um golo certo?
Marcar um golo. 

Treinar à chuva ou com 35 graus?
Com 35 graus. 

A colega de equipa mais divertida?
Madeleine porque ela é maluca e engraçada. 

Os balneários deviam ter…
Alguém a dar palestra. 

Um estádio em qualquer parte do Mundo para jogar:
Estádio da Universidade do Havai. 

Que celebridade (que não do futebol) para ver um jogo teu:
Adam Sandler. 

Como reages a uma derrota?
Reflito e depois avanço. 

Como festejas uma vitória?
A dançar.

Se o estilo de jogo fosse uma típica comida portuguesa, qual seria?
Ovos porque sabem bem. 

Se não fosses jogadora, o que gostarias de ser?
Salva-vidas. 

Referência/inspiração no futebol: 
A minha família. 

Referência/inspiração na vida:
Ter os mais próximos perto de mim, enquanto faço o que mais amo.

Cor:
Azul. 

Prato/comida:
Tacos.

Animal de estimação:
Não tenho. 

Hobbies:
Surfar.