Pamela González Medina
Racing Power
30 anos
Médio
Número 6
Pé preferencial: Direito
Estudante de Administração e Finanças
A jogar futebol desde 2003
Três palavras/adjetivos que definem o teu estilo de jogo:
Intensidade, visão de jogo, criativa.
Ritual ou superstição antes dos jogos:
Fazer exercícios e ouvir música.
O que acalma os nervos:
Visualizar situações de jogo.
O jogo mais marcante da carreira:
Primeiro jogo com o Sevilha na Liga F.
Jogar com cabelo solto ou apanhado?
Apanhado.
Como foi o golo mais bonito, marcado ou presenciado?
Primeiro golo na Copa América 2025 com a minha seleção. Empatámos 2-2.
O maior desafio enquanto jogadora:
Gerir as derrotas.
A maior alegria de ser jogadora:
Poder fazer o que me apaixona.
Marcar um golo no último minuto ou evitar um golo certo?
Marcar um golo.
Treinar à chuva ou com 35 graus?
Com 35 graus.
A colega de equipa mais divertida?
Marta.
Situação engraçada num jogo ou treino:
Um deslize de alguma colega.
Um estádio em qualquer parte do Mundo para jogar:
Estádio Centenário, no Uruguai.
Que celebridade (que não do futebol) para ver um jogo teu:
Karol G.
Como reages a uma derrota?
Com frustração.
Como festejas uma vitória?
Celebro com as minhas colegas.
Se o estilo de jogo fosse uma típica comida portuguesa, qual seria?
Francesinha. Porque é simples e sabe muito bem.
Se não fosses jogadora, o que gostarias de ser?
Pianista.
Referência/inspiração no futebol:
Marta.
Referência/inspiração na vida:
Os meus pais.
Cor:
Azul.
Prato/comida:
Picanha.
Animal de estimação:
Cão, Lotus.
Hobbies:
Passear o Lotus.
Um refúgio:
A minha casa.
Pamela, Racing Power: “O golo mais bonito? O primeiro na Copa América com a minha seleção”
Pamela González joga no meio-campo do Racing Power, na Liga BPI, e é capitã da seleção do Uruguai, seu país. É uma jogadora intensa, criativa, com visão de jogo. A primeira partida com a camisola do Sevilha na Liga F espanhola foi inesquecível. Marta é a sua referência no futebol. Se não fosse jogadora, gostaria de ser pianista.



