Patrícia Morais: “A maior alegria é ser guarda-redes”

Patrícia Morais acaba de anunciar a saída do Braga, após cinco épocas no clube. A guarda-redes da seleção nacional não tem um ritual antes dos jogos, a música acalma-lhe os nervos, elege o play-off para o Europeu de 2017 como o jogo mais marcante da sua carreira até agora. Um estádio em qualquer parte do Mundo para jogar? “Numa ilha paradisíaca”, responde. Hope Solo é a sua referência no futebol e na vida.

Redação
Patrícia Morais

Patrícia Morais
Braga nas últimas cinco épocas 
33 anos 
Guarda-redes
Número 28
Pé preferencial: Ambos


Três palavras/adjetivos que definem o teu estilo de jogo:
Personalidade, comunicativa, alma.

Ritual ou superstição antes dos jogos:
Não tenho.

O que acalma os nervos:
Ouvir música.

O jogo mais marcante da carreira
Play-off para o Europeu 2017.

Jogar com cabelo solto ou apanhado?
Apanhado.

O maior desafio enquanto jogadora:
Ser diferente todos os dias para melhor.

A maior alegria de ser jogadora:
Ser guarda-redes.


Marcar um golo no último minuto ou evitar um golo certo?
Evitar um golo.

Treinar à chuva ou com 35 graus?
Com 35 graus.

A colega de equipa mais divertida:
Eu.

Os balneários deviam ter…
Jacuzzi.

Um estádio em qualquer parte do Mundo para jogar:
Numa ilha paradisíaca.

Como reages a uma derrota?
Bem.

Como festejas uma vitória?
Com tudo.

Se o estilo de jogo fosse uma típica comida portuguesa, qual seria?
Empadão.

Se não fosses jogadora, o que gostarias de ser?
Cantora.

Referência/inspiração no futebol:
Hope Solo.

Referência/inspiração na vida:
Hope Solo. 

Cor:
Cor-de-rosa.

Prato/comida:
Empadão/Iscas com puré.

Animal de estimação:
Não tenho.

Hobbies:
Cinema, praia, esplanada e amigos.

Um refúgio:
Praia.