Rui, Leixões: “Se não fosse treinador, ainda jogaria. Não dá para desligar deste mundo”

Rui Magalhães é o treinador da equipa do Leixões, na 2.ª Divisão. É assertivo e criativo. Não esquece o jogo em que viu o cartão branco e a maior conquista foi eliminar uma equipa da Liga BPI com uma equipa da 3.ª Divisão. O maior orgulho é ver as atletas a terem sucesso. É arquiteto, cozinha bem, gosta de desenhar e viajar, e na mesinha de cabeceira tem revistas da National Geographic.

Redação
Rui Magalhães, Leixões
Foto: Igor Martins/Magriça

Rui Filipe Magalhães
Treinador do Leixões SC 
38 anos
Arquiteto


Um ditado ou uma máxima de vida:
Coisas boas atraem boas coisas!

Ritual antes do jogo:
Nenhum. 

Roupa de dia de jogo:
O que a minha mood ditar.

Frase de motivação:
Divirtam-se com responsabilidade!

O que acalma os nervos em dia de jogo:
O meu filho por perto.

O que não pode ouvir em dia de jogo:
Nada em particular. 

Como se concentra:
Desconcentrando com outras coisas.

Treinador calmo ou nervoso:
Calmo.

Manter a tática até ao fim ou mudar a estratégia a meio?
O jogo dita a forma como a equipa se comporta. 

Tática na cabeça ou tática no papel?
Das duas formas, é importante ter tudo registado, mas também presente na cabeça, a mente trabalha, o papel ajuda e acelera as decisões.

Sempre preparado para jogar com 10?
Sempre preparado para tudo, todos os cenários são tidos em conta, e delineados antes de cada partida.

Objetivo para a época:
Reestruturar o projeto.

Se não fosse treinador, o que seria?
Se não fosse treinador, ainda jogaria. Não dá para desligar deste mundo.

Três palavras/adjetivos que definem o seu estilo de treinador:
Assertividade, imprevisibilidade, criatividade.

O pior erro dentro e fora do campo:
Não seguir as regras delineadas.

A maior virtude das jogadoras dentro e fora do campo:
A capacidade de entreajuda.

Recordação inesquecível de um jogo:
Receber um Cartão Branco. 

O maior orgulho:
Ver as minhas atletas terem sucesso.

A maior conquista:
Eliminar uma equipa da Liga BPI com uma equipa da 3.ª Divisão.

Se tivesse uma bola de cristal, o que gostaria de ver?
O processo de trabalho dentro de todas as equipas, conhecimento é poder.

Referência no futebol:
Não tenho nenhuma em particular, procuro absorver um bocadinho de tudo.

Referência na vida:
A resposta é idêntica, tento absorver o que de melhor as pessoas têm para nos dar.

Três adjetivos para o crescimento do futebol feminino:
Resiliência, trabalho, investimento. 

Cor:
Verde.

Prato:
Vitela assada com batatas assadas.

Prato que cozinha bem:
São vários, gosto de cozinhar.

Hobbies:
Desenhar, viajar.

Leitura de mesinha de cabeceira:
Revistas da National Geographic. 

Animal de estimação:
Gata, Snow.

Um refúgio:
Casa de Chá da Boa Nova.