Sérgio Clemente, Tirsense: “Grandes batalhas são dadas a grandes guerreiras”

Sérgio Clemente é o treinador da equipa do Tirsense. Está sempre preparado para jogar com 10, tem a tática na cabeça e no papel, muda a estratégia em função de cada momento. Valoriza o profissionalismo e a ambição das jogadoras e admite que o pior erro, dentro e fora do campo, é falar de cabeça quente. Técnico calmo ou nervoso? Está no meio-termo.

Redação
Sérgio Clemente, Tirsense
Foto: Maria João Gala

Sérgio Clemente
Treinador do FC Tirsense
Empregado de armazém
45 anos 


Um ditado ou uma máxima de vida: 
Nunca desistir…

Ritual antes do jogo:
Roda e emoção.

Roupa de dia de jogo:
Fato de treino. 

Frase de motivação:
Grandes batalhas são dadas a grandes guerreiros/as.

O que acalma os nervos em dia de jogo:
Música.

O que não pode ouvir em dia de jogo:
Frases negativas. 

Como se concentra?
Com momentos de conquistas anteriores.

Treinador calmo ou nervoso?
Meio-termo.

Manter a tática até ao fim ou mudar a estratégia a meio?
Mudar em função do momento. 

Tática na cabeça ou tática no papel?
Das duas formas.

Sempre preparado para jogar com 10?
Sim.

Objetivo para a época:
Manutenção.

Se não fosse treinador, o que seria?
Coordenador de futebol.

Três palavras/adjetivos que definem o seu estilo de treinador: 
Apaixonado, vencedor e resiliente. 

O pior erro dentro e fora do campo:
Falar de cabeça quente.

A maior virtude das jogadoras dentro e fora do campo:
Profissionais e ambiciosas.

Recordação inesquecível de um jogo:
Golo da subida de divisão.

O maior orgulho:
Paixão pelo futebol.

A maior conquista:
Sair de cada treino com orgulho que dei o meu melhor.

Se tivesse uma bola de cristal, o que gostaria de ver:
O próximo projeto.

Referência no futebol:
Vítor Baía, Messi. Mourinho, Guardiola. 

Referência na vida:
Mãe.

Três adjetivos para o crescimento do futebol feminino:
Qualidade, trabalho e superação. 

Cor:
Azul.

Prato:
Frango assado.

Prato que cozinha bem:
Massa com carne picada.

Hobbies:
Brincar com os meus filhos. 

Leitura de mesinha de cabeceira:
Não tenho. 

Uma música que não sai do ouvido:
Várias. 

Animal de estimação: 
Cão, Jimmy. 

Um refúgio:
Pensamento nostálgico.