Entre o rap, o pop e o ritmo do jogo: a playlist do Leixões

A playlist do Leixões é um retrato simples do balneário. Não segue um género específico, juntando músicas que atravessam gerações e fazem parte do consumo diário de quem vive o futebol.

Redação
Leixões, playlist
Foto: Igor Martins

A playlist do Leixões é um retrato simples do balneário. Não segue um género específico, juntando músicas que atravessam gerações e fazem parte do consumo diário de quem vive o futebol.

Drake surge em vários momentos da seleção, com temas como Nice For What, Headlines e Massive. São músicas muito presentes em contextos desportivos, marcadas por um ritmo constante e por uma afirmação que se tornou familiar dentro e fora do campo. Funcionam sem precisar de contexto, entram facilmente no ambiente pré-jogo e repetem-se porque continuam a fazer sentido.

O mesmo acontece com Perro Negro, de Bad Bunny e Feid, um dos temas mais ouvidos dos últimos anos, ou com Sequência de Feiticeira, de Pedro Sampaio, cuja presença se explica pela energia imediata que traz ao balneário. São escolhas comuns em playlists coletivas, usadas para quebrar a tensão e manter o ambiente leve.

O rap português aparece de forma consistente com Plutonio, em temas como Alcatraz, Coisas Na Life e Dissabores. 

Há também espaço para músicas mais transversais, que continuam a aparecer independentemente do contexto. Someone Like You, de Adele, ou Train Wreck, de James Arthur, são exemplos de temas amplamente conhecidos, que permanecem nas playlists pela familiaridade e não pela tendência. O mesmo acontece com Be The One, de Dua Lipa, Baby, de Justin Bieber, ou Wake Up, dos Imagine Dragons.

Esta playlist é uma seleção construída a partir de gostos reais, referências globais e músicas que circulam naturalmente no balneário. Um som atual, sem filtros, que acompanha o futebol tal como ele é vivido no dia a dia.