Maria, Juveforce: “O futebol é como uma segunda casa, o maior desafio é estudar e jogar”  

Maria Santos joga no meio-campo da equipa da Juveforce, na 2.ª Divisão. Não tem um ritual antes de entrar em jogo, a música acalma-lhe os nervos. Gostaria que os balneários tivessem aquecedores. Está a estudar dietética e nutrição e a praia é o seu refúgio.

Redação
Maria Santos, Juveforce
Foto: Igor Martins/Magriça

Maria Carolina Santos
Juveforce 
20 anos 
Médio 
Número 21 
Pé preferencial: Direito
Estudante no 3.º ano do curso de Dietética e Nutrição 
A jogar futebol desde 2015

Palavras/adjetivos que definem o teu estilo de jogo:
Simples, pensativo.

Ritual ou superstição antes dos jogos:
Não tenho. 

O que acalma os nervos:
Música. 

Jogar com cabelo solto ou apanhado:
Com fita.

Como foi o golo mais bonito, marcado ou presenciado?
Golo contra o Marítimo de livre quando jogava no Albergaria. 

O maior desafio enquanto jogadora:
Estudar e jogar.

A maior alegria de ser jogadora:
Ter o futebol como uma segunda casa.

Marcar um golo no último minuto ou evitar um golo certo?
Marcar no último minuto.

Treinar à chuva ou com 35 graus?
35 graus.

A colega de equipa mais divertida:
Kika. 

Os balneários deviam ter…
Aquecedor.

Situação engraçada num jogo ou treino:
Torneios de futvolei.

Um estádio em qualquer parte do Mundo para jogar:
Campo Nou.

Que celebridade (que não do futebol) para ver um jogo teu:
Não sei.

Como festejas uma vitória?
Com alegria. 

Se o estilo de jogo fosse uma típica comida portuguesa, qual seria?
Bacalhau com batata a murro porque é muito tradicional.

Se não fosses jogadora, o que gostarias de ser?
Treinadora.

Referência/inspiração no futebol:
 
Não tenho.

Referência/inspiração na vida:
Pais.

Cor:
Azul.

Prato/comida:
Bacalhau com batata a murro.

Animal de estimação:
Não tenho. 

Hobbies:
Escuteiros, passear, futebol.

Um refúgio: 
Praia.