Sara Brasil, Vitória: “Enfrentar batalhas de género é o maior desafio enquanto jogadora”

Sara Brasil joga no meio-campo e como avançada na equipa do Vitória, na Liga BPI. Nas derrotas, pensa no que poderia ter feito melhor. A casa da mãe é o seu refúgio.

Redação
Sara Brasil, Vitória
Foto: Igor Martins

Sara Brasil 
Vitória Sport Club
30 anos 
Avançada/Médio 
Número 23 
Pé preferencial: Direito
A jogar futebol desde 2001

Três palavras/adjetivos que definem o teu estilo de jogo:
Classe, eficácia, inteligência. 

Ritual ou superstição antes dos jogos:
Entrar com o pé direito. 

O que acalma os nervos:

Pensar em momentos positivos durante os jogos. 

O jogo mais marcante da carreira:
Supertaça 18/19.

Jogar com cabelo solto ou apanhado:
Apanhado.

Como foi o golo mais bonito, marcado ou presenciado?
Golos vs Benfica enquanto estava no Estoril, o empate 1-1, resultado final 1-4. 

O maior desafio enquanto jogadora:
Enfrentar batalhas de género. 

A maior alegria de ser jogadora:
Desfrutar do que mais gosto de fazer. 

Marcar um golo no último minuto ou evitar um golo certo?
Marcar um golo no último minuto.

Treinar à chuva ou com 35 graus?
Treinar à chuva. 
A colega de equipa mais divertida?
Adriana Rocha. 

Os balneários deviam ter…
Salão de jogos. 

Situação engraçada num jogo ou treino:
Sempre a picar as colegas no treino. 

Um estádio em qualquer parte do Mundo para jogar:
D. Afonso Henriques com a claque. 

Que celebridade (que não do futebol) para ver um jogo teu:
Manuel Luís Goucha.

Como reages a uma derrota?
Mal, penso no que posso fazer melhor.

Como festejas uma vitória?
Vou sair com as colegas.

Se o estilo de jogo fosse uma típica comida portuguesa, qual seria?
Cozido à portuguesa, é bom e todos gostam. 

Se não fosses jogadora, o que gostarias de ser?
Treinadora. 

Referência/inspiração no futebol: 
Matilde Fidalgo. 

Referência/inspiração na vida:
Mãe. 

Cor:
Azul.

Prato/comida:
Vitela assada. 

Animal de estimação.
Não tenho. 

Hobbies
Ginásio, cuidar da minha sobrinha.

Um refúgio: 
Casa da mãe.