Até ao momento, é a única portuguesa que venceu a Liga dos Campeões feminina, pelo Lyon. Jéssica Silva veste o número 10 da seleção nacional e revela como de forma corajosa, obstinada e pragmática foi ultrapassando os obstáculos encontrados ao longo da carreira.

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Mas há outros nomes a fixar na 2ª edição da revista Magriça. Como o de Erica Meg, do Valadares, que continua a somar prémios de melhor jogadora em campo e está no top de duelos ganhos e dribles bem-sucedidos na Liga BPI. Recentemente chamada à seleção principal de Inglaterra, com apenas 17 anos, revela como o futebol a ajudou a ser mais organizada e disciplinada.

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E o nome de Lara Cecília, jogadora do Académico de Viseu que conta os segredos de ter a pontaria tão afinada ao ponto de ter alcançado o estatuto de maior goleadora do futebol nacional em 2025. É obra.

Fátima Pinto, jogadora com alma de viajante que alinha pelo Estrasburgo e que atingiu recentemente a marca das 100 internacionalizações pela Seleção A, faz a retrospetiva de uma carreira onde cada golo e metro corrido foram conquistados a pulso.

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Fomos conhecer o Rio Mau, clube da 4ª divisão onde não conta só o talento e a idade é um posto. É o caso de Paula Marques, a guarda-redes de 54 anos que partilha o campo e o balneário com a filha Raquel. Ou o de Carina Ferreira, de 44 anos, a jogar na defesa enquanto as filhas gémeas atacam pelas alas.

Quem não escolhe idade são as lesões, e nos últimos tempos a do Ligamento Cruzado Anterior tem assolado o futebol feminino. Voltamos à saúde das jogadoras para falar com um especialista na matéria e ouvimos o testemunho de que quem esteve em processo de recuperação.

Se num relvado normal já é difícil evitar lesões, como será jogar em campos repletos de pequenas pedras? No coração do Karakoram (Paquistão), a mais de 6000 metros de altitude, a Liga Feminina do Guilguit-Baltistão elimina preconceitos e reduz distâncias. A fotógrafa Anna Huix esteve lá para realizar o documentário “Girls Move Mountains” e descreve como o futebol tocou o céu.

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Há muitas histórias, mas também há história. O registo do passado que apresentamos nesta edição é o da proibição do futebol feminino na Alemanha, entre 1955 e 1970, algo que não impediu centenas de equipas e uma seleção clandestina de entrarem em campo.

Nas “entrelinhas” da 2ª edição da Magriça pode ainda ler as crónicas de Rita Redshoes, Luís Freitas Lobo, Ana Teixeira e Ana Sofia Gonçalves.
Contamos ainda com registos fotográficos na “Retrospetiva”, com o Racing Power, Valadares, Varzim, Tirsense, Sporting de Braga, Académica e Lusitânia de Lourosa.



