A decisão acaba de ser anunciada pela UEFA. Para a Federação Portuguesa de Futebol (FPF), trata-se de “um marco histórico que reforça o compromisso de Portugal com o crescimento e a valorização do futebol feminino.”
“Este será mais um passo numa trajetória de investimento sustentado nas bases, impulsionando a ambição de elevar o país ao mais alto patamar do futebol europeu e mundial”, escreve a FPF no seu site, lembrando que tem vindo a desenvolver um trabalho contínuo e estruturado no reforço do futebol feminino.
Pedro Proença, presidente da FPF, já se pronunciou sobre esta oportunidade. “A atribuição deste Campeonato da Europa a Portugal é motivo de enorme orgulho e uma grande responsabilidade. É uma oportunidade valiosa para contribuir para o desenvolvimento do futebol feminino de formação e para a concretização dos nossos objetivos enquanto federação e país. Portugal é um país que sabe acolher, tem um ADN de futebol, já demonstrou que é capaz de organizar eventos desta dimensão e conta com os melhores adeptos do mundo”, sublinhou.
A FPF aproveita a ocasião para recordar os resultados expressivos já conquistados, ou seja, a primeira participação da seleção nacional num Mundial em 2023 e o percurso das Sub-19 no Europeu de 2025, onde chegaram às meias-finais e garantiram presença no Mundial Sub-20 de 2026.



